De novo de vestido, mãe barrada volta a escola para buscar documento
"Não precisava disso não, aqui está a declaração do meu filho", conta a mulher lamentando a confusão que se criou por causa da roupa que vestia quando tentou buscar o documento no dia anterior.
Agora a comerciante se prepara para voltar a Brejinho de Nazaré, a 115 km da capital. Ela é proprietária de um restaurante no pequeno municícipio que fica na região central do estado.
Rosângela conta que sempre gostou de usar vestido e que nunca foi discriminada por causa disso. Ela explica que finalmente poderá matricular o filho em uma escola pública do município.
Barrada em escola
Rosângela diz que não aceita o tratamento que recebeu na antiga escola do filho e denunciou a instituição por tê-la discriminado pela roupa que usava, um vestido com a barra pouco acima do joelho. A confusão aconteceu na escola estadual São José, localizada na quadra 1106 Sul, em Palmas.
Rosângela diz que não aceita o tratamento que recebeu na antiga escola do filho e denunciou a instituição por tê-la discriminado pela roupa que usava, um vestido com a barra pouco acima do joelho. A confusão aconteceu na escola estadual São José, localizada na quadra 1106 Sul, em Palmas.
Segundo Rosângela, após discutir com os funcionários, a diretora da escola foi atendê-la do lado de fora. "A diretora veio com um papel para me mostrar dizendo que era uma lei. Eu disse que não era estudante da escola. Sou mãe de um aluno e fui pegar uma declaração", conta. "Falar que eu não posso entrar porque minha roupa é inadequada eu não aceito G1."Veja Caso Completo Aqui.
0 comentários
Faça Aqui Seu Comentário.